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OS ARTISTAS

 

16 artistas unem suas vozes para esse manifesto

depoimentos

"Eu vejo muito as pessoas culpando umas às outras, culpando os políticos, culpando a má gestão de alguma coisa e, na verdade, existe um buraco muito maior, interno. Um buraco humano mesmo. Hoje com tudo o que a gente tem a nossa volta, com as facilidades que a gente tem, a gente tendencia um pouco a não se enxergar, não enxergar como deveríamos enxergar o outro e acaba criando esse caos que a gente está vivendo."

 

—  Romero Ferro, músico

 

A PALAVRA É O GRITO.

 

O ARTISTA,  O CATALIZADOR DESSE GRITO.

 

A IMAGEM É POESIA E MANIFESTO!

O MANIFESTO

"Um manifesto artístico transmídia, dividido em duas fases, que nasce como uma proposta de ação coletiva sobre o transe social em que vivemos."

Assim pode ser definido o Poética em Transe.

O Manifesto surgiu da inquietação do artista Alexandre Pontara  com a velocidade e o vazio dos tempos atuais.

 

"Nunca estivemos tão próximos e conectados aos outros como agora e, também,  nunca nos sentimos tão vazios e solitários como nos dias de hoje."

 

Dessa inquietação, surgiram 16 poemas que espelham o olhar do artista sobre a forma como ele encara a contemporaneidade.​

 
AQUECIMENTO GLOBAL, REDES SOCIAIS, CORRUPÇÃO, VAZIO, SOLIDÃO, DIVERSIDADE, GÊNERO E OUTROS TEMAS ATUAIS

 

são o ponto de partida para a criação de uma proposta transpoética.

Nessa primeira fase, o Rio de Janeiro foi eleito como ponto de partida para o Manifesto.

 

16 artistas, das mais variadas vertentes culturais, foram convidados a dar voz aos poemas e falar um pouco sobre a forma como se relacionam com o mundo contemporâneo.

 

UMA PROVOCAÇÃO POÉTICA PARA UM EXPERIMENTO AUDIOVISUAL

 

A partir do incômodo inicial da poesia, os artistas trouxeram suas leituras e formas de ver o mundo, transformando a poética em um grandeexperimento audiovisual, em que a força da palavra, a interpretação do artista e as imagens do cotidiano das cidades atuam como um grito e um alerta sobre esse transe coletivo que vivemos.

As filmagens, realizadas em abril de 2018, no Centro Cultural Olho da Rua, trazem um tom documental e traçam um paralelo sobre a forma como estamos lendo o cotidiano, nos relacionando com o mundo contemporâneo e lidando com a tecnologia e as mudanças políticas, sociais e culturais.

 

Confira os manifestos que já estão no ar!

NO AR!

Manifesto CRASH  por Romero Ferro

 
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